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Piperaceae · América do Sul; várias espécies nativas do Brasil
Peperômia
Peperomia argyreia
A peperômia é o detalhe certo: pequena, gráfica, segura para pets e paciente com quem ainda está aprendendo a regar.
Mais segura se ingerida, ainda assim não é brinquedo.
O gênero Peperomia tem dezenas de espécies no Brasil. A argyreia, com listras prateadas, é a mais reconhecível nas prateleiras. É quase suculenta de mata: armazena um pouco de água na folha e sofre se o substrato vira pântano. Por ser compacta, funciona em kitnet, escritório e estante. Não é tóxica. Floresce em espigas discretas — ninguém compra peperômia por flor, e está tudo bem. O risco é o vaso fundo demais, com terra que nunca seca no fundo. Vaso baixo resolve metade dos problemas. Luz média mantém o desenho da folha; sombra demais deixa o limbo verde sem contraste.
Como cuidar
Regue pouco. Estaca de folha com pecíolo é um experimento que costuma dar certo. Não adube forte. Remova folhas moles na base. Gire o vaso para o desenho ficar uniforme.
Luz
Luz indireta. Sol curto da manhã é o máximo.
Água
Espere o topo secar. Folha enrugada: sede. Folha translúcida: água demais.
Substrato
Leve, com perlita ou areia. Vaso raso.
Clima no Brasil
Tropical. Proteja do frio seco do Sul.
Notas de quem já errou
- Ótima para quem tem jiboia tóxica e quer uma planta baixa segura no mesmo cômodo.
- Não misture no mesmo vaso com samambaia: a sede delas é oposta.
- Espigas de flor podem ser cortadas se o visual não agradar.
Junto desta ficha

Jiboia

Maranta
