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Araceae · Ilhas do Pacífico; uma das trepadeiras mais cultivadas no Brasil
Jiboia
Epipremnum aureum
A jiboia é o atalho mais gentil para quem quer um interior verde sem virar jardineiro de fim de semana.
Tóxica se ingerida — longe de pets e crianças que mordem folha.
Poucas plantas ensinam tanto sobre luz quanto a jiboia. Na penumbra ela sobrevive, mas as folhas diminuem e o amarelo da variedade aureum some. Perto de uma janela filtrada, o ramo alonga, as folhas engrossam e o vaso vira cortina. No Brasil ela está em escritórios, mercearias e varandas — quase um mobiliário nacional. É tóxica para pets e crianças se mastigada. Em troca, enraíza em um copo d’água em dias, perdoa rega irregular e aceita poda sem ofensa. Se o objetivo é volume rápido, esta é a planta. Se o objetivo é uma peça única e escultural, olhe a costela-de-adão.
Como cuidar
Pode para ramificar. Tutor se quiser folhas maiores — a jiboia ‘sobe’ quando sente suporte. Substrato leve. Em água, troque o líquido semanalmente se for cultivo hidropônico caseiro. Evite sol direto no vidro da janela norte.
Luz
Luz média a alta indireta. Sombra profunda: vive, mas fica rala.
Água
Uma vez por semana na maior parte do país. Verifique o peso do vaso.
Substrato
Universal bem drenado ou fibra de coco com perlita.
Clima no Brasil
Ama calor úmido. No Sul, entre em casa no frio intenso. Folha queimada de geada não volta.
Notas de quem já errou
- Estaca com dois nós: um na água ou terra, um para a folha.
- Pontas carecas: corte e replante as pontas no mesmo vaso.
- Manchas pretas: excesso de água ou frio.
Junto desta ficha

Costela-de-adão

Peperômia
