Foto: Wikimedia Commons · fonte
Crassulaceae · México; cultivada em vasos e jardins secos no Brasil
Echeveria
Echeveria elegans
A echeveria é a suculenta que parece ter sido desenhada com o mesmo espírito do ícone da Freimers: módulos, curvas, ordem.
Mais segura se ingerida, ainda assim não é brinquedo.
Em prateleiras de loja ela parece indestrutível. Em casa, morre de duas formas: afogada ou estiolada na sombra. A roseta compacta só se mantém com luz forte. Água no centro, em noite fria, apodrece o olho da planta. O vaso deve ser raso — a raiz é rasa. Não é tóxica, o que ajuda, mas as folhas quebram com um toque: não é brinquedo. No Brasil, varanda norte ou oeste com algumas horas de sol é o cenário. Em apartamento só com luz de lâmpada, escolha zamioculca. Filhotes nascem na base e se separam quando têm raiz. É planta de coleção calma, não de floresta úmida.
Como cuidar
Sol. Substrato mineral. Rega fundo e espaçada. Remova folhas secas de baixo para o ar circular. Não use prato com água.
Luz
Muito sol. Sem sol, alonga e perde a forma.
Água
Quando o vaso estiver seco e leve.
Substrato
Mistura para cactos. Nunca terra preta sozinha.
Clima no Brasil
Amplo se o inverno for seco. Chuva demais: telhado ou beiral.
Notas de quem já errou
- Folha de baixo murcho é normal; mole e preta, não.
- Estolão com filhote: espere raízes antes de cortar.
- Boa em conjunto com babosa, em vasos separados.
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