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Asphodelaceae · Península Arábica; cultivada em quintais brasileiros há gerações
Babosa
Aloe vera
A babosa é o kit de primeiros socorros do quintal brasileiro — e uma suculenta que pede sol de verdade, não só fama de planta fácil.
Tóxica se ingerida — longe de pets e crianças que mordem folha.
Quase todo mundo já partiu uma folha de babosa para a pele. Pouca gente trata o vaso com o mesmo respeito que trata o uso. Aloe vera quer luz, vaso drenado e negligência controlada. Em apartamento no fundo da sala, ela estola: as folhas afinam e tombam em busca de janela. No sol de varanda, compacta e abre mudas em volta — os ‘filhotes’ que se separam na primavera. O látex amarelo da casca irrita; o gel interno é o que a tradição usa, e mesmo assim com critério (não é alimento livre para pets). No semiárido e no Centro-Oeste ela se sente em casa. No Sul, sol e proteção de geada.
Como cuidar
Sol direto de algumas horas. Substrato arenoso. Separe mudas quando lotarem. Não molhe o centro da roseta em dias frios. Adubo fraco uma ou duas vezes no ano quente.
Luz
Sol pleno ou meia-luz forte. Sombra de sala não serve.
Água
A cada 10–18 dias. No inverno, ainda menos.
Substrato
Areia, pedrisco, pouca orgânica.
Clima no Brasil
Amplo. Temor: geada e chuva constante em vaso sem dreno.
Notas de quem já errou
- Folha fina e curva: falta sol.
- Base mole: água demais.
- Filhotes com 15 cm já podem ganhar vaso próprio.
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Mandacaru
