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Lamiaceae · Mediterrâneo; adaptado a varandas secas e quintais ensolarados
Alecrim
Salvia rosmarinus
O alecrim fracassa no Brasil por generosidade: gente de mão tropical rega como se fosse hortelã. Ele quer a seca do Mediterrâneo.
Mais segura se ingerida, ainda assim não é brinquedo.
Em litoral úmido, alecrim em vaso fundo sem dreno é sentença. Em laje, varanda de sol e substrato arenoso, vira arbusto de anos. As flores azuis chegam quando a planta está madura e feliz. Não é tóxica. Poda de pontas mantém o formato e atrasa o madeira excessivo. Geada tardia no Sul pode queimar pontas; o lenho velho às vezes rebrota. No Norte chuvoso, o beiral é amigo. Não compartilhe jardineira com hortelã. O cheiro na mão depois da colheita é o teste: se o vaso está no lugar certo, o óleo essencial está alto.
Como cuidar
Sol pleno. Água espaçada. Poda depois de florir ou quando o ramo abrir. Não adube como tomate. Vaso de barro ajuda a evaporar.
Luz
Quanto mais sol, mais aroma e mais densidade.
Água
Espere secar. No inverno, raro.
Substrato
Pobre, calcário se possível, sempre drenado.
Clima no Brasil
Amplo com dreno. Inimigo: chuva constante no colo da planta.
Notas de quem já errou
- Estaca semilenhosa no outono ou primavera.
- Folha amarela por baixo + terra molhada: raiz.
- Bom vizinho de vasamento da babosa — necessidades parecidas de sol.
Junto desta ficha

Babosa

Manjericão
