Foto de Alecrim

Foto: Wikimedia Commons · fonte

Lamiaceae · Mediterrâneo; adaptado a varandas secas e quintais ensolarados

Alecrim

Salvia rosmarinus

O alecrim fracassa no Brasil por generosidade: gente de mão tropical rega como se fosse hortelã. Ele quer a seca do Mediterrâneo.

Sol ou luz altaHortaClima amploMédiaMédia

Mais segura se ingerida, ainda assim não é brinquedo.

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Em litoral úmido, alecrim em vaso fundo sem dreno é sentença. Em laje, varanda de sol e substrato arenoso, vira arbusto de anos. As flores azuis chegam quando a planta está madura e feliz. Não é tóxica. Poda de pontas mantém o formato e atrasa o madeira excessivo. Geada tardia no Sul pode queimar pontas; o lenho velho às vezes rebrota. No Norte chuvoso, o beiral é amigo. Não compartilhe jardineira com hortelã. O cheiro na mão depois da colheita é o teste: se o vaso está no lugar certo, o óleo essencial está alto.

Como cuidar

Sol pleno. Água espaçada. Poda depois de florir ou quando o ramo abrir. Não adube como tomate. Vaso de barro ajuda a evaporar.

Luz

Quanto mais sol, mais aroma e mais densidade.

Água

Espere secar. No inverno, raro.

Substrato

Pobre, calcário se possível, sempre drenado.

Clima no Brasil

Amplo com dreno. Inimigo: chuva constante no colo da planta.

Notas de quem já errou

  • Estaca semilenhosa no outono ou primavera.
  • Folha amarela por baixo + terra molhada: raiz.
  • Bom vizinho de vasamento da babosa — necessidades parecidas de sol.

Guia de rega · Ler a janela · Calendário

Junto desta ficha

Foto de Babosa

Babosa

Roseta de folhas serrilhadas, gel conhecido, sol e pouca água. Planta de quintal, janela e vaso de barro.

Foto de Manjericão

Manjericão

Folha aromática de sol e colheita frequente. Vive pouco se florir à toa; vive bem se você podar para comer.

Foto de Hortelã

Hortelã

Aromática que espalha por rizoma. Em vaso isolado, é abundância; no canteiro, pode tomar o espaço das vizinhas.