Foto: Wikimedia Commons · fonte
Araceae · Cultivar de espécie tropical americana; o nome homenageia as cores da folha
Filodendro-brasil
Philodendron hederaceum ‘Brasil’
O filodendro-brasil é a jiboia de quem quer um traço a mais de cor — e aceita o mesmo tipo de casa, com um pouco mais de janela.
Tóxica se ingerida — longe de pets e crianças que mordem folha.
O ‘Brasil’ no nome não é origem botânica; é a faixa amarela que corta o verde. Sem luz, a faixa some e a planta vira um filodendro comum — ainda bonito, menos o que você comprou. Com tutor, as folhas aumentam. Pendente, alonga e cobre a lateral da estante. É tóxica, como a maior parte das Araceae. O cultivo é simples: substrato solto, rega semanal, poda quando o caule carece. Em cidades secas, as pontas podem murchar; um agrupamento de vasos ajuda. Não é nativa, mas entrou no repertório brasileiro de interiores com a mesma naturalidade da jiboia.
Como cuidar
Pode pontas para adensar. Estacas enraízam em água. Adubo fraco na estação quente. Limpe folhas. Evite sol direto no amarelo — queima fácil.
Luz
Luz indireta boa. Sem ela, a variegação some.
Água
Semanal, ajustando ao peso do vaso.
Substrato
Leve e drenante.
Clima no Brasil
Tropical. No Sul, interior protegido no inverno.
Notas de quem já errou
- Se só nasce folha verde, avance o vaso em direção à luz — sem colar no vidro quente.
- Bom par visual da costela-de-adão em escalas diferentes.
- Não deixe o cachepot sem drenagem virar aquário.
Junto desta ficha

Costela-de-adão

Jiboia
