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Bromeliaceae · Brasil — pedras e encostas; muitas bromélias são nativas
Bromélia
Alcantarea imperialis
A bromélia é uma cisterna com folhas: guarda água no meio, come pouco pela terra e parece escultura o ano todo.
Mais segura se ingerida, ainda assim não é brinquedo.
O Brasil é país de bromélia. Da Alcantarea das pedras à Aechmea de jardim, o gesto é o mesmo: uma roseta que coleta chuva. No vaso, o tanque precisa de água limpa — criadouro de mosquito é falha de manutenção, não destino da planta. Troque a água do centro. O substrato é casca, não terra de horta. Depois de florescer, a roseta-mãe declina e deixa filhos — o ciclo é honesto, não é doença. Não é tóxica na maior parte dos usos domésticos. Sol filtrado ou meia-luz; algumas Alcantarea adultas aguentam mais sol. Escolher bromélia é escolher geometria e paciência de ciclo, não buquê permanente da mesma roseta.
Como cuidar
Água limpa no copo. Substrato epífita. Luz boa. Separe brotos quando tiverem um terço da mãe. Não enterre demais.
Luz
Meia-luz a sol da manhã, conforme a espécie. Queima em vidro sem filtro.
Água
Tanque + substrato quase seco. Chuva resolve o tanque se for limpa.
Substrato
Casca, pinus, pedra. Nunca terra argilosa sozinha.
Clima no Brasil
Tropical e subtropical. Geada: proteja. Algumas de altitude aguentam mais frio.
Notas de quem já errou
- Dengue se previne trocando a água do tanque — rotina, não pânico.
- Flor única da roseta: os filhos continuam a linha.
- Boa com antúrio na mesma varanda, vasos diferentes.
Junto desta ficha

Antúrio
Helicônia
